CLUBES VOTAM A FAVOR DA GRAMA SINTÉTICA!

 

A proibição da grama sintética a partir de 2018 no Brasil estourou como uma bomba, especificamente nos bastidores de alguns Clubes que fazem uso do Gramado Sintético, ecoando por todo o país. Após sugestão de proibição por  Eurico Miranda, onde foi aprovada em assembleia pela maioria dos Clubes da Série A em 2017.
A discussão vai muito além do Brasil e já ganhou repercussão em Portugal anos antes. Amparados pela entidade máxima do futebol, são vários os clubes que adotam a Grama Sintética, seja pelas condições do clima ou menor desgaste financeiro.

Para satisfação de muitos e decepção de alguns, nesta segunda- feira (05/02), todos os 20 Clubes da Série A do Campeonato Brasileiro, votaram pela retirada do veto,  no Arbitral da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) – RJ. Deliberado no arbitral do ano passado e que passaria a valer na edição deste ano. Os Gramados Sintéticos só poderão ser proibidos no Brasil por decisão da FIFA.

A ideia de ter um gramado sintético surgi para resolver um problema crônico – a dificuldade em manter os campos em condições apropriadas para jogo, a Grama Sintética vem como uma solução para sanar irregularidades que antes eram realidades em estádios.  Bem como excessivo desgaste em função da repetida movimentação sobre os mesmos pontos, circunstâncias meteorológicas desfavoráveis, alto custo de manutenção, sistemas de iluminação e irrigação constantes, condições inadequadas do solo, corte preciso da grama, sistemas de drenagem ineficientes, adubação incorreta entre outros fatores decisivos que determinam a inclinação pela Grama Sintética.

 

ADEPTOS PELO MUNDO

A grama sintética conquistou diversos países no mundo da bola. Seja por questões de modernidade, economia ou clima, o gramado artificial é uma realidade no futebol mundial. Assim como no Brasil, divide opiniões. No futebol nacional, os exemplos mais conhecidos, além da Arena, são o Estádio Passo D’Areia, do São José-RS, e o Baetão, casa do Esporte Clube São Bernardo.

Nas Américas, os mais conhecidos são os estádios dos mexicanos Chivas e Tijuana, ambos de gramado artificial. Os peruanos César Vallejo e Juan Aurich, que disputaram recentemente edições da Taça Libertadores, também atuam em campos de grama sintética.
Na Europa, fora o caso português, gigantes como Wembley e Giuseppe Meazza tem porcentagens do campo formadas por material artificial. Além deles, o Luzhniki Stadium, que pertence ao Spartak Moscou e será um dos estádios da Copa do Mundo de 2018, também não tem grama natural: devido ao frio da capital russa, o tapete sintético foi a solução. Todos os estádios possuem o certificado FIFA PRO e estão aptos para receberem partidas de todas as competições.

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